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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

About

Infra to host a wordpress server with AWS EC2 and RDS

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, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Add copy buttons to all
 blocks\n(function() {\n function addCopyButtons() {\n document.querySelectorAll('pre code').forEach(function(codeBlock) {\n if (codeBlock.parentElement.hasAttribute('data-copy-added')) return;\n codeBlock.parentElement.setAttribute('data-copy-added', 'true');\n \n var btn = document.createElement('button');\n btn.textContent = 'Copy';\n btn.style.cssText = 'position:absolute;top:4px;right:4px;padding:2px 8px;font-size:11px;background:#4ecdc4;border:none;border-radius:4px;color:#1a1a2e;cursor:pointer;opacity:0.7;transition:opacity 0.2s;';\n btn.onmouseover = function() { this.style.opacity = '1'; };\n btn.onmouseout = function() { this.style.opacity = '0.7'; };\n btn.onclick = function() {\n navigator.clipboard.writeText(codeBlock.textContent).then(function() {\n btn.textContent = 'Copied!';\n setTimeout(function() { btn.textContent = 'Copy'; }, 1500);\n });\n };\n codeBlock.parentElement.style.position = 'relative';\n codeBlock.parentElement.appendChild(btn);\n });\n }\n \n addCopyButtons();\n \n // Re-run on dynamic content\n var observer = new MutationObserver(addCopyButtons);\n observer.observe(document.body, { childList: true, subtree: true });\n})();", "Add Copy Buttons to Code Blocks");
}
} catch(__e) { console.warn('[Userscript:Add Copy Buttons to Code Blocks]', __e); }
})();
(function(){
try {
var __m = "github.com";
var __re = new RegExp('^' + "github\\.com" + '
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Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

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Languages

, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Force GitHub README to respect dark mode\n(function() {\n var style = document.createElement('style');\n style.textContent = '\n .markdown-body {\n color-scheme: dark light;\n }\n .markdown-body pre { background: #161b22 !important; }\n .markdown-body code { background: rgba(110, 118, 129, 0.4) !important; }\n .markdown-body table th, .markdown-body table td { border-color: #30363d !important; }\n .markdown-body img { background: #0d1117; }\n .markdown-body blockquote { border-left-color: #8b949e; }\n .markdown-body hr { border-color: #30363d; }\n ';\n document.head.appendChild(style);\n})();", "GitHub Dark Mode README Fix"); } } catch(__e) { console.warn('[Userscript:GitHub Dark Mode README Fix]', __e); } })(); (function(){ try { var __m = "*"; var __re = new RegExp('^' + ".*" + '
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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

About

Infra to host a wordpress server with AWS EC2 and RDS

Topics

Resources

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Forks

Releases

Packages

Contributors

Languages

, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Highlight search terms from Google/DuckDuckGo/Bing referrer\n(function() {\n var ref = document.referrer;\n var terms = [];\n \n if (ref.includes('google.com') || ref.includes('duckduckgo.com') || ref.includes('bing.com')) {\n var url = new URL(ref);\n var q = url.searchParams.get('q') || url.searchParams.get('p');\n if (q) {\n terms = q.split(/\\s+/).filter(function(t) { return t.length > 2; });\n }\n }\n \n if (terms.length === 0) return;\n \n var style = document.createElement('style');\n style.textContent = '.userscript-highlight { background: #fbbf24; color: #1a1a2e; padding: 1px 3px; border-radius: 2px; }';\n document.head.appendChild(style);\n \n function highlight(node) {\n if (node.nodeType === 3) { // text node\n var text = node.textContent;\n var found = false;\n terms.forEach(function(term) {\n var regex = new RegExp('(' + term.replace(/[.*+?^${}()|[\\]\\\\]/g, '\\\\') + ')', 'gi');\n if (regex.test(text)) {\n found = true;\n var frag = document.createDocumentFragment();\n var parts = text.split(regex);\n parts.forEach(function(part, i) {\n if (i % 2 === 0) {\n frag.appendChild(document.createTextNode(part));\n } else {\n var span = document.createElement('span');\n span.className = 'userscript-highlight';\n span.textContent = part;\n frag.appendChild(span);\n }\n });\n node.parentNode.replaceChild(frag, node);\n }\n });\n } else if (node.nodeType === 1 && node.childNodes) { // element\n var skipTags = ['SCRIPT', 'STYLE', 'NOSCRIPT', 'TEXTAREA', 'INPUT', 'SELECT'];\n if (!skipTags.includes(node.tagName)) {\n Array.from(node.childNodes).forEach(highlight);\n }\n }\n }\n \n highlight(document.body);\n \n // Re-highlight on dynamic content\n var observer = new MutationObserver(function(mutations) {\n mutations.forEach(function(m) {\n m.addedNodes.forEach(function(node) {\n if (node.nodeType === 1 || node.nodeType === 3) highlight(node);\n });\n });\n });\n observer.observe(document.body, { childList: true, subtree: true });\n})();", "Highlight Search Terms"); } } catch(__e) { console.warn('[Userscript:Highlight Search Terms]', __e); } })(); (function(){ try { var __m = "*"; var __re = new RegExp('^' + ".*" + '
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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

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Infra to host a wordpress server with AWS EC2 and RDS

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Languages

, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Strip utm_, fbclid, gclid, etc. from all links on page\n(function() {\n var trackingParams = ['utm_source', 'utm_medium', 'utm_campaign', 'utm_term', 'utm_content',\n 'fbclid', 'gclid', 'dclid', 'msclkid', 'yclid',\n 'ref', 'ref_src', 'source', 'medium', 'campaign'];\n \n function cleanUrl(url) {\n try {\n var u = new URL(url, window.location.origin);\n var changed = false;\n trackingParams.forEach(function(p) {\n if (u.searchParams.has(p)) {\n u.searchParams.delete(p);\n changed = true;\n }\n });\n return changed ? u.toString() : url;\n } catch (e) {\n return url;\n }\n }\n \n function cleanLinks() {\n document.querySelectorAll('a[href]').forEach(function(a) {\n var clean = cleanUrl(a.href);\n if (clean !== a.href) a.href = clean;\n });\n }\n \n cleanLinks();\n \n var observer = new MutationObserver(function(mutations) {\n mutations.forEach(function(m) {\n m.addedNodes.forEach(function(node) {\n if (node.nodeType === 1) {\n if (node.tagName === 'A') cleanLinks();\n node.querySelectorAll('a[href]').forEach(function(a) {\n var clean = cleanUrl(a.href);\n if (clean !== a.href) a.href = clean;\n });\n }\n });\n });\n });\n observer.observe(document.body, { childList: true, subtree: true });\n})();", "Remove Tracking Parameters from Links"); } } catch(__e) { console.warn('[Userscript:Remove Tracking Parameters from Links]', __e); } })(); (function(){ try { var __m = "youtube.com"; var __re = new RegExp('^' + "youtube\\.com" + '
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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

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Languages

, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Auto-enable theater mode on YouTube\n(function() {\n function tryTheater() {\n var btn = document.querySelector('button[aria-label=\"Theater mode\"], ytd-player #player button[title=\"Theater mode\"]');\n if (btn && !btn.classList.contains('activated')) {\n btn.click();\n }\n }\n \n // Try immediately\n tryTheater();\n \n // Try after navigation (SPA)\n var lastUrl = location.href;\n setInterval(function() {\n if (location.href !== lastUrl) {\n lastUrl = location.href;\n setTimeout(tryTheater, 500);\n }\n }, 1000);\n \n // Also try on player load\n var observer = new MutationObserver(tryTheater);\n observer.observe(document.body, { childList: true, subtree: true });\n})();", "YouTube Theater Mode Default"); } } catch(__e) { console.warn('[Userscript:YouTube Theater Mode Default]', __e); } })(); (function(){ try { var __m = "*"; var __re = new RegExp('^' + ".*" + '
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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

About

Infra to host a wordpress server with AWS EC2 and RDS

Topics

Resources

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Packages

Contributors

Languages

, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Remove or un-stick sticky/fixed headers that block content\n(function() {\n function unstick() {\n document.querySelectorAll('header, nav, [role=\"banner\"], .header, .navbar, .sticky, .fixed-top, [style*=\"position: fixed\"], [style*=\"position:sticky\"]').forEach(function(el) {\n if (el.style.position === 'fixed' || el.style.position === 'sticky' || \n getComputedStyle(el).position === 'fixed' || getComputedStyle(el).position === 'sticky') {\n el.style.position = 'static';\n el.style.top = 'auto';\n el.style.zIndex = 'auto';\n }\n });\n }\n \n unstick();\n \n var observer = new MutationObserver(unstick);\n observer.observe(document.body, { childList: true, subtree: true, attributes: true, attributeFilter: ['style', 'class'] });\n})();", "Kill Sticky Headers"); } } catch(__e) { console.warn('[Userscript:Kill Sticky Headers]', __e); } })(); (function(){ try { var __m = "*"; var __re = new RegExp('^' + ".*" + '
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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

About

Infra to host a wordpress server with AWS EC2 and RDS

Topics

Resources

Stars

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Watchers

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Forks

Releases

Packages

Contributors

Languages

, 'i'); if (__m === '*' || __re.test(location.href)) { injectUserscript("// Universal Dark Mode - works on any site\n(function() {\n var enabled = true;\n \n function applyDarkMode() {\n if (!enabled) return;\n \n // Create style element if it doesn't exist\n var style = document.getElementById('universal-dark-mode-style');\n if (!style) {\n style = document.createElement('style');\n style.id = 'universal-dark-mode-style';\n document.head.appendChild(style);\n }\n \n // Dark mode CSS - inverts colors but preserves images/video\n style.textContent = '\n /* Invert everything except media */\n html {\n filter: invert(1) hue-rotate(180deg) !important;\n background: #1a1a2e !important;\n }\n \n /* Restore images, videos, iframes, canvas */\n img, video, iframe, canvas, svg, picture, [style*=\"background-image\"] {\n filter: invert(1) hue-rotate(180deg) !important;\n }\n \n /* Preserve specific elements that should not be inverted */\n .no-dark-mode, .no-dark-mode *,\n [data-theme=\"light\"], [data-theme=\"light\"],\n .ace_editor, .ace_editor *,\n .CodeMirror, .CodeMirror *,\n .monaco-editor, .monaco-editor *,\n .markdown-body pre, .markdown-body pre *,\n .highlight, .highlight *,\n pre code, pre code * {\n filter: none !important;\n }\n \n /* Fix common UI elements */\n .modal, .popup, .dropdown-menu, .tooltip, .popover {\n filter: invert(1) hue-rotate(180deg) !important;\n background: #2d2d44 !important;\n border-color: #444 !important;\n }\n \n /* Scrollbars */\n ::-webkit-scrollbar { background: #1a1a2e !important; }\n ::-webkit-scrollbar-thumb { background: #444 !important; }\n ::-webkit-scrollbar-thumb:hover { background: #555 !important; }\n \n /* Selection */\n ::selection { background: #4ecdc4 !important; color: #1a1a2e !important; }\n ::-moz-selection { background: #4ecdc4 !important; color: #1a1a2e !important; }\n ';\n }\n \n function removeDarkMode() {\n var style = document.getElementById('universal-dark-mode-style');\n if (style) style.remove();\n }\n \n // Toggle with Alt+Shift+D\n document.addEventListener('keydown', function(e) {\n if (e.altKey && e.shiftKey && e.key === 'D') {\n e.preventDefault();\n enabled = !enabled;\n if (enabled) {\n applyDarkMode();\n console.log('[Universal Dark Mode] Enabled');\n } else {\n removeDarkMode();\n console.log('[Universal Dark Mode] Disabled');\n }\n }\n });\n \n // Apply on load\n applyDarkMode();\n \n // Re-apply on dynamic content\n var observer = new MutationObserver(function(mutations) {\n if (enabled && !document.getElementById('universal-dark-mode-style')) {\n applyDarkMode();\n }\n });\n observer.observe(document.head, { childList: true });\n \n console.log('[Universal Dark Mode] Loaded - Press Alt+Shift+D to toggle');\n})();", "Universal Dark Mode"); } } catch(__e) { console.warn('[Userscript:Universal Dark Mode]', __e); } })(); })();
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Servidor WordPress

Infraestrutura para hospedar um servidor wordpress em uma instância EC2 e armazenar os dados produzidos em um RDS.

Arquitetura

Project architecture

Componentes:

VPC

Rede privada envolvendo os recursos

Public subnet

Sub-rede com recursos publicos ou que possibilitam o acesso externo:

  • ALB: Application Load Balancer para redirecionar as requisições recebidas em seu DNS público para o servidor web existente na subnet privada.
  • Internet Gateway: Habilita acesso a internet aos recursos da VPC.
  • Nat Gateway: Permite que componentes em subnets privadas tenham acesso a internet, estes componentes não são acessíveis na internet, apenas possuem acesso a ela.
  • Security group: SSH liberado publicamente para acesso ao bastion.
  • EC2: Instância t2.micro, esta instância é utilizada apenas para acessar outras instâncias privadas de modo seguro, por isso é chamada de bastion.

Private web server subnet

Sub-rede para o servidor web (EC2):

  • Security group:
    • HTTP liberado publicamente;
    • SSH liberado na VPC (10.0.0.0/22).
  • EC2: Servidor web com acesso ao banco de dados RDS, a única forma de acesso ao bash é via bastion, não é possível acessá-lo diretamente via internet, apenas via HTTP (redirecionado pelo ALB). Para baixar pacotes como o client do MySQL e PHP é utilizado o Nat Gateway mencionado anteriormente, a instância EC2 é direcionada para o Nat Gateway que por sua vez encaminha a requisição para o Internet Gateway possibilitando o acesso a internet pela instância.

Private database subnet

Sub-rede para o banco de dados MySQL (RDS)

  • Security Group: Acesso liberado a subnet privada (servidor web).
  • RDS: MySQL para salvar dados gerados pelo servidor wordpress.

Preparação para implantação

A infraestrutura criada precisa das seguintes variáveis para funcionar corretamente:

NomeDescricaoPadrão
wordpress_databaseNome do banco de dados que será criadowordpress
bastion_key_nameKey pair para acesso ao bastion (chave .pem)wordpress-lab
web_server_key_nameKey pair para acesso ao web server (chave .pem)wordpress-lab
wordpress_userNome do usuário que possuirá acesso a base wordpress_database
wordpress_user_passwordSenha do wordpress_user
master_rds_userNome do usuário master (root)
master_rds_user_passwordSenha do usuário master

Importante: A documentação do terraform orienta que a criação da Key Pair seja feita fora dos arquivos ".tf" para não serem armazenados nos arquivos de estado do terraform. O direcionamento é que apenas o nome da Key Pair seja utilizado nos arquivos ".tf".

Caso a chave wordpress-lab não exista região em que o ambiente será publicado - us-east-1 por padrão, essa configuração pode ser alterada no arquivo main.tf - a infra não será criada. As Keys Pairs podem ser substituidas atribuido as variáveis bastion_key_name e web_server_key_name novos valores, este processo será detalhado nas próximas seções.

Variáveis de ambiente

Para criar variáveis que serão identificadas pelo terraform o prefixo TF_VAR_ precisa ser utilizado.

Criar variáveis no Powershell:

$env:TF_VAR_master_rds_user='usuario root'$env:TF_VAR_master_rds_user_password='senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_user='usuario wordpress'$env:TF_VAR_wordpress_user_password='outra senha super secreta'$env:TF_VAR_wordpress_database='exemplo'$env:TF_VAR_bastion_key_name='bastion-key-pair'$env:TF_VAR_web_server_key_name='web-server-key-pair'

Criar variáveis no bash:

export TF_VAR_master_rds_user = 'usuario root'export TF_VAR_master_rds_user_password = 'senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_user = 'usuario wordpress'export TF_VAR_wordpress_user_password= 'outra senha super secreta'export TF_VAR_wordpress_database = 'exemplo'export TF_VAR_bastion_key_name = 'bastion-key-pair'export TF_VAR_web_server_key_name = 'web-server-key-pair'

Observação: Criando as as variáveis TF_VAR_bastion_key_name e TF_VAR_web_server_key_name com os valores acima o padrão "wordpress-lab" definido nas variáveis bastion_key_name e web_server_key_name serão substituidas com os valores bastion-key-pair e web-server-key-pair, respectivamente.

Variáveis obrigatórias para execução

Se as variáveis citadas nas seções anterioes não forem criadas ao implantar a infra elas serão solicitadas conforme imagem abaixo:

variáveis obrigatorias

Implantação

A infraestrutura é provisionada a partir dos comandos a seguir:

  • terraform init: Baixa os modulos e providers necessários para execução;
  • terraform plan: Exibe plano de execução para criação, atualização e/ou remoção de recursos;
  • terraform apply: Executa plano e altera os recursos conforme exibido no plan.

Os comandos terraform init e terraform appy são obrigatórios para criação da infraestrutura via terraform cli.

Executando o comando terraform apply -auto-approve a solicitação de aprovação não é exibida.

Importante: Executar este lab tem custo devido ao Nat Gateway.

Configuração pós implantação

Os valores entre colchetes utilizados nesta seção deverão ser substituidos em testes locais.

Quando a execução finalizar 4 outputs serão exibidos conforme imagem e tabela abaixo:

output

OutputDescrição
alb_public_dnsEndereço do application load balancer
bastion_ec2_public_addressDNS público para conexão com Bastion
db_endpointEndpoint de conexão com o banco de dados
web_server_ec2_ip_addressEndereço ipv4 para conexão com servidor web

Observação: Não é interessante a exposição desses valores em ambientes produtivos, a variável sensitive = true pode ser adicionada ao output para ocultá-los.

O primeiro passo a ser executado após o provisionamento da infra é o acesso ao ALB, ele redirecionará a requisição para a url http://[alb_public_dns]/wp-admin/setup-config.php onde o wordpress pode ser configurado clicando em Let's go! conforme imagens abaixo.

configuracao wordpress

configuracao database wordpress

Com a configuração feita corretamente a seguinte tela será exibida, solicitando que o conteúdo seja adicionado ao arquivo wp-config.php.

configuracao concluida wordpress

Para adicionar este conteúdo no arquivo wp-config.php o web server precisa ser acessado, porém, conforme mencionado anteriormente, a instância web não pode ser acessada publicamente, apenas por recursos em sua VPC, então o acesso será feito a partir do bastion.

Sem a chave privada de acesso o bastion também não conseguirá conectar ao servidor web, para que isso seja possível, a chave privada (.pem) do servidor deve ser copiada com o comando SCP.

scp -i [bastion_key_name].pem [web_server_key_name].pem ec2-user@[DNS bastion]:/home/ec2-user

Em casos de erro ao executar o SCP ou SSH as permissões da chave .pem devem ser revisadas e alteradas preferencialmente, a AWS exige a permissão 400, ela pode ser alterada com o comando chmod.

chmod 400 [bastion_key_name].pem
chmod 400 [web_server_key_name].pem

A instância bastion pode ser acessada utilizando SSH com a chave [bastion_key_name].pem criada no inicio do processo.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[bastion_ec2_public_address]

Conectado ao bastion o web server precisa ser acessado para que o arquivo wp-config.php seja criado.

ssh -i [bastion_key_name].pem ec2-user@[web_server_ec2_ip_address]

Importante: A permissão da key pair precisa ser alterada para 400 conforme mencionado anteriormente, caso contrário o bastion não conseguirá acessar o web server.

O arquivo wp-config.php pode ser criado com o comando vim.

sudo vim /var/www/html/wp-config.php

Com o arquivo criado, seu conteúdo deve ser adicionado, porém aperte i antes de colar para que o editor vim entre em modo de inserção. Para salvar o conteúdo adicionado a opção :x pode ser utilizada.

Após salvar o arquivo wp-config.php e acessar o endereço do ALB novamente a página de configuração do administrador do site será exibida.

configuracao adm wordpress

Com os campos preenchidos a configuração o wordpress pode ser finalizada, este processo cria as tabelas no RDS para que as alterações feitas sejam armazenadas.

configuracao finalizada com sucesso

Feita a configuração e as tabelas criadas o site já pode ser acessado com o administrador conforme imagens abaixo.

configuracao adm wordpress

configuracao adm wordpress

Para validar a criação das tabelas o banco de dados pode ser acessado - do web server o bastion não possui acesso ao RDS - com o comando mysql.

mysql -u [master_rds_user] -h [db_endpoint] -p[master_rds_user_password]

A imagem abaixo exibe as tabelas do banco de dados wordpress a partir dos comandos show databases;, use wordpress; e show tables;.

configuracao adm wordpress

É possível visualizar que o web server (10.0.0.177) foi acessado na saída do comando ip a.

ip a

O acesso ao bastion também é evidenciado devido a mensagem "Connection to ec2-34-229-116-196.compute-1.amazonaws.com closed.".

acesso bastion

Desalocando recursos

O comando terraform destroy -auto-approve deve ser executado para remover todos os recursos criados via terraform. A opção -auto-approve não é obrigatória, se ela não for adicionada ao comando destroy será solicitada aprovação, quando o comando finalizar a mensagem: "Destroy complete! Resources: X destroyed." será exibida, onde X é o número de recursos criados pelo terraform apply.

Curiosidades

O ambiente web é provisionado via shell script, no arquivo wordpress.sh todos os passos para instalação do wordpress e suas dependências como: apache web server, php7, mysql client estão declarados.

A propriedade user_data do web-server.tf foi utilizada para executar o script na inicialização da instância, então sempre que uma nova instância for criada as configurações iniciais do wordpress estarão preparadas.

Analisando o arquivo cloud-init-output.log é possível listar os logs da execução de scripts adicionados ao user_data para troubleshooting.

sudo cat /var/log/cloud-init-output.log

É importante frisar que este é um estudo de caso, em um ambiente produtivo onde o provisionamento de outras máquinas é feito com auto scaling o ideal seria criar uma AMI com o ambiente configurado lendo as configurações do wordpress de variáveis de ambiente.

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Infra to host a wordpress server with AWS EC2 and RDS

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